carlos eduardo e justina

O Prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) e a secretária de Educação de Natal, Justina Iva (PCdoB), colecionam medidas autoritárias, desrespeitam direitos e demonstram o mais completo desprezo pelo ensino público.

Prefeitura não cumpre 1/3 de hora atividade

A Lei Nacional do Piso garante aos professores que 1/3 da jornada de trabalho seja dedicada ao planejamento de aulas (hora atividade). Mas o prefeito Carlos Eduardo (PDT) e a secretária Justina Iva (PCdoB) negam esse direito à categoria. Diante da ilegalidade, os professores comunicaram às direções das escolas que vão fazer valer a hora atividade para uma jornada de 20 horas, a revelia da Prefeitura. A secretária está ameaçando os educadores de corte de ponto e processo administrativo. Mas os profissionais estão lutando por um direito e contam com o apoio da vereadora Amanda.

Mudança na matriz curricular determinou hora-aula de 60 minutos

No final do ano passado, a secretária Justina Iva (PCdoB), mudou a matriz curricular e determinou a hora-aula de 60 minutos. Retirou dos 5º anos as aulas de Inglês e reduziu as aulas de Artes e Educação Física, obrigando os professores a peregrinar por escolas para completar a carga horária. Um assédio moral institucionalizado. Essas mudanças não podem acontecer sem debate entre os educadores, o sindicato e as instituições interessadas, como a Comissão de Educação da Câmara de Natal.

A ordem é encher as salas

Em maio, a Secretaria de Educação baixou a portaria nº 100 “orientando” a junção de turmas nas escolas. A ordem é encher as salas de alunos, sobrecarregando os professores. Tudo para não realizar concurso público.

Fechamento dos espaços pedagógicos alternativos

A mesma portaria nº 100 impede os professores que não estejam em readaptação de função de exercerem atividades pedagógicas em laboratórios de informática, salas de leitura e bibliotecas. Para a secretária, só podem estar nesses espaços os professores em tratamento de saúde. Quem estiver saudável, só pode ficar em sala de aula, como se as atividades e projetos desenvolvidos em outros espaços não fossem fundamentais para as crianças. Concepção limitada e medíocre de educação: para alunos da Rede Pública, apenas o mínimo; apenas a sala de aula.

Redução no quadro de funcionários

No início do ano, o prefeito Carlos Eduardo cortou 25% dos gastos da Prefeitura. A redução afetou o quadro de funcionários terceirizados da educação, como é o caso das cozinheiras. A Escola Municipal Amadeu Araújo, por exemplo, contava com 5 merendeiras para cozinhar para 450 crianças por turno. Com o corte, a Prefeitura reduziu para apenas 1 cozinheira. Depois de muita reclamação, a escola recebeu outra funcionária. Agora são duas merendeiras, mas o trabalho está sobrecarregado e explorando cada vez mais as terceirizadas.

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