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Profissionais da saúde, professores, bancários e servidores federais da UFRN protestaram nas ruas do centro de Natal nesta terça-feira (07). A manifestação dos trabalhadores marcou o Dia Mundial da Saúde e é parte da Jornada Nacional de Lutas, convocada pela Central Sindical e Popular CSP-Conlutas, para os dias 7, 8 e 9 de abril. Em passeata pela Av. Rio Branco, o protesto denunciou o corte de verbas nos serviços de saúde e educação e o ajuste fiscal do governo Dilma (PT), que vem restringindo o acesso aos direitos trabalhistas, como seguro desemprego e pensão por morte.

A vereadora Amanda Gurgel (PSTU) participou do ato público em solidariedade aos trabalhadores e criticou as medidas tomadas pelos governos diante da crise econômica. “Os governos tiram da saúde, da educação e restringem direitos trabalhistas para pagar os juros da dívida pública aos bancos e transferir recursos públicos para os empresários. Dilma e o PT aplicam a mesma política de partidos da direita, como PSDB e PMDB. Mas não podemos aceitar esses ataques. Os trabalhadores não vão pagar a conta dessa crise.”, denunciou a vereadora.

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A manifestação também foi contra o Projeto de Lei 4330, que está para ser votado na Câmara Federal, e que amplia a terceirização no País para as chamadas ‘atividades fim’. Se for aprovada, a proposta vai estender a terceirização, por exemplo, para funções de enfermeiro, técnicos de enfermagem e professores, que teriam contratos precários e menos direitos e salários. “Esse projeto acaba com o serviço público e ataca ainda mais os direitos dos trabalhadores. Temos que lutar para barrar o PL 4330.”, disse Simone Dutra, coordenadora do Sindsaúde.

Os servidores denunciaram ainda a privatização da saúde, reivindicaram a revogação das MPs 664 e 665, que restringem os direitos trabalhistas, e exigiram a prisão e o confisco dos bens de todos os corruptos e corruptores.

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